
Saleh partiu para os Estados Unidos nesta quarta-feira, procedente de Mascate, em Omã, onde estava desde domingo ao lado da esposa e de cinco dos seus filhos. Sua viagem tem como objetivo tratar as sequelas deixadas por um atentado contra o palácio do governo de Sanaa, em junho.
O governante iemenita, cujo regime é alvo de uma revolta popular há mais de um ano, "ficará nos Estados Unidos pelo menos até 21 de fevereiro", data prevista para as eleições no seu país, disse à AFP o diplomata, próximo das negociações que levaram à saída de Saleh do poder.
"Não será atendido em um hospital, mas consultará diversos especialistas em Nova York", acrescentou a fonte, que pediu para ter sua identidade preservada.
Últimas notícias