
“Se todos os reservatórios que monitoramos estivessem cheios teríamos 4 bilhões de litros d’água, ou seja, 85% da capacidade de armazenamento do estado”, explicou o gerente regional da bacia hidrográfica II, Isnaldo Candido.
De acordo com o diretor de acompanhamento e fiscalização da Aesa, Porfírio Catão, outros 15% ficam espalhados pelos milhares de espelhos d’água. E a responsabilidade pela manutenção desses pequenos reservatórios é dos proprietários, pois a maioria se encontra em áreas privadas. “Nós estamos fiscalizando os açudes com capacidade superior a 500 mil metros cúbicos e que tenham uma superfície hidrográfica acima de três quilômetros quadrados”, comentou. Em caso de irregularidades as multas variam de 1 a 40 UFRPB ao dia – cada UFRPB custa aproximadamente R$ 35.
Técnicos da Aesa estimam que os barreiros e açudes do interior do estado ganhem volume no primeiro trimestre deste ano, já que a previsão é de chuvas variando de normal a acima da média histórica nas regiões do Curimataú, Cariri, Sertão e Alto Sertão do Estado. Os dados foram divulgados durante a 2ª Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Norte da Região Nordeste, realizado na Universidade Federal de Campina Grande.
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