
- É um sentimento de perda muito grande, mesmo sem conhecer nenhuma das vítimas - diz o turista mineiro Lisandro Cardoso, que fez questão de ir ao Centro para ver as ruínas dos edifícios. De lá, ligou para a mulher e descreveu o que via - Ela morava nos Estados Unidos na época do atentado ao World Trade Center e me descreveu a sensação. Acho que é bem similar a que tenho agora.
Na calçada em frente ao terreno onde ficavam os três edifícios, as pessoas se mostram impressionadas com o cenário de destruição. A turista gaúcha Eva Pires, que está no Rio há alguns dias, também foi até a Rua Treze de Maio para ver o que restou dos prédios. Ela ficou com lágrimas nos olhos ao relembrar a história:
- É uma comoção, uma tragédia que ninguém esperava. Para mim, que acompanhei tudo na TV, é muito chocante estar aqui. Fiquei emocionada com a história da menina que perdeu o noivo e tinha conseguido falar com ele ao telefone após a tragédia.
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