
Em determinado momento, gestão, responsabilidade social e concursos públicos parecem estar desconectados. Porém, no principio da administração, temos a legislação (Lei 4769/65) que regula a nossa profissão e que deve ser resguardada em todos os espaços públicos e privados. Mas não é o que temos visto, principalmente, se analisarmos a área pública no Brasil. Na grande maioria dos concursos públicos em andamento pelo País afora, percebe-se que as leis e os direitos dos administradores não têm sido resguardados e que, a todo momento, entramos com ações fiscalizatórias impugnando os processos seletivos e, inclusive, editais de seleção. Sem falar, que, perplexos, constatamos no mercado planos de cargos aprovados sem considerar a Lei 4.769/65. Nesse sentido, questionamos como os gestores públicos, eleitos por nós e que deveriam resguardar nossos direitos, são os primeiros a desrespeitá-los. Como confiar e eleger representantes que não nos representam?
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