
Laudo do Instituto de Criminalística (IC) sobre explosão em uma loja de fogos de artifício em Santo André (ABC paulista), em setembro do ano passado, indicou que o imóvel funcionava como uma fábrica clandestina de fogos. O IC afirma que o acidente que deixou dois mortos e feriu 12 pessoas "se originou de pólvora branca em sua maior parte" - esse produto é matéria-prima para fabricação de produtos pirotécnicos. O dono do estabelecimento nega que o local funcionasse como fábrica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com o jornal, os peritos não conseguiram definir a quantidade de pólvora branca que estaria estocada na loja de Sandro Luiz Castellani. Ainda segundo a reportagem, indícios importantes acabaram sendo perdidos porque o local teve de ser revirado pelos Bombeiros, que buscavam sobreviventes. O jornal afirma também que o laudo não consegue determinar a causa exata da explosão, mas considera plausível a versão do dono do local, que diz que estava consertando uma antena de rádio amador quando encostou o objeto na rede elétrica, o choque então teria causado com que o aparelho receptor do sinal entrasse em curto-circuito e iniciasse o fogo.
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