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O “Bom Amigo” Ahmadinejad

 “(…) se perfilan varias aventuras diplomáticas fallidas, disimuladas por la superficialidad y la inercia mediáticas. (…) El objetivo diplomático número uno de Lula - lograr un escaño permanente en el Consejo de Seguridad - se ve, al término de ocho años de esfuerzos, menos viable que nunca”.
 (Jorge Castañeda - ex-secretário de Relações Exteriores do México)
 

O “bom amigo” de Lulla é uma ameaça para dissidente, homossexuais, mulheres e minorias religiosas. O Irã foi um dos países que mais aplicou a pena de morte no ano passado. Pode-se confiar em Mahmud Ahmadinejad

- Mahmud Ahmadinejad 

O presidente iraniano nasceu no povoado de Aradan, a 90 km de Teerã, e na revolução de 1979, que levou ao poder o aiatolá Khomeini, aliando-se aos Estudantes Islâmicos de Teerã. Logo depois, alinhou-se aos Guardiães da Revolução, a terrível Polícia Ideológica do Regime. Estreou na política como governador da província de Ardebil e em 2003, chegou à prefeitura de Teerã, quando aproveitou para lançar sua candidatura à presidência, em junho de 2005. 

Ahmadinejad inaugurou um novo modelo de governo itinerante, ao reunir seu ministério, a cada duas ou três semanas, em cidades diferentes com a finalidade, segundo ele, de “compreender melhor os problemas do povo”. É, hoje, considerado o segundo homem mais poderoso do Irã, só superado pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. 

Quatro meses depois de assumir o poder afirmou que “Israel deve ser riscado do mapa” mostrando ao restante do mundo que o Irã pretendia retornar ao anti-semitismo dos tempos da Revolução Islâmica. 

No início de 2006, o Irã anunciou o recomeço de suas pesquisas nucleares que foi interpretada, pela comunidade internacional, como uma tentativa dos aiatolás de desenvolverem armas de destruição em massa (ADM). A possibilidade da tecnologia nuclear se tornar acessível a um louco fanático e populista é assustadora. Não há como determinar, sem a fiscalização adequada dos organismos competentes, se a tecnologia se destina a fins pacíficos ou não. A verdade é que os iranianos vêm mantendo negociações com Abdul Qadeer Khan, o pai da bomba atômica do Paquistão, que vendeu projetos nucleares à Coréia do Norte e à Líbia. O Irã colabora com a Coréia do Norte no desenvolvimento de mísseis de longo alcance, capazes de carregar ogivas nucleares. 

Em abril de 2006, contrariando um ultimato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o país anunciou que iria avançar em seu programa nuclear. Ahmadinejad anunciou que o Irã conseguiu enriquecer urânio pela primeira vez, em sua usina de Natanz, entrando para o clube dos países que dominam uma tecnologia nuclear. 

O governo do Irã impediu, em janeiro de 2007, a entrada dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão de fiscalização da ONU, em represália às sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU. O Conselho havia proibido a venda de materiais tecnológicos que pudessem ser usados nos programas nucleares e de mísseis além de determinar o congelamento dos bens de companhias e cidadãos iranianos no exterior. 

Ahmadinejad se acha um predestinado com a missão de expandir a revolução islâmica e de libertar as populações xiitas. Seu arqui-rival, o Iraque, neutralizado após a ofensiva norte-americana, é governado por uma ampla coalizão xiita, integrada por partidos do Primeiro-ministro Nuri al Maliki e outros simpatizantes do Irã. Esta coalizão deverá dirigir o Iraque nos próximos quatro anos, depois de um acordo para formar um grupo único no Parlamento. 

Detentores da quarta maior produção de petróleo do mundo, os iranianos, contam com este trunfo para pressionar os países industrializados a não aprovar sanções comerciais contra eles, o que acarretaria uma imediata alta no preço dos combustíveis. 

- Homossexuais

"Se não há homossexuais no Irã, eu sou o quê?" (Arsham Parsi)

Ahmadinejad afirmou em entrevista na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, que: “Nós não temos homossexuais como em seu país. Nós não temos isto em nosso país. Não temos este fenômeno”.

Arsham Parsi, diretor de site gay, fugiu do Irão para o Canadá para não ser torturado ou morto. “Deixei o Irã em 2005 e não penso em voltar para lá. Eu não posso voltar. Eu tenho medo, sim. Não me sinto seguro por lá. Eu disse que só voltaria para o meu país quando esta situação não existisse mais por lá”, afirmou Parsi. 

- Dissidentes

A estudante Neda Agha Soltan é o maior símbolo da repressão do regime iraniano. Soltan foi morta durante uma manifestação em junho de 2009. A diplomacia brasileira se esquivou, covardemente, de confrontar o regime iraniano não focando os excessos cometidos em relação aos manifestantes que Anti-Ahmadinejad.

Dom Jaime pede a participação de jornalistas, radialistas, estudantes e da sociedade civil no 1º Mutirão de Comunicação

Inscrições foram prorrogadas até o próximo dia 2 de junho

 O 1º Mutirão de Comunicação da Diocese de Campina Grande que traz o tema “Comunicação a Serviço da Evangelização”, prorrogou suas inscrições até o próximo dia 2 de junho. Segundo o Bispo diocesano, Dom Jaime Vieira Rocha, a prorrogação tem “o objetivo de reforçar a participação de jornalistas, radialistas, estudantes de comunicação social e demais membros da sociedade civil no evento”.

 

O Mutirão acontece no próximo final de semana, da noite do dia 4 até a manhã do dia 6 de junho, na Escola Virgem de Lourdes (Lourdinas), situada na Rua Nossa Senhora de Lourdes, no bairro do Jardim Tavares/ Alto Branco, em Campina Grande, e não tem pré-requisitos para os participantes.

 

De acordo com Dom Jaime, o evento pretende aprofundar o debate sobre Comunicação e Igreja. “Nós temos uma relação muito profunda com a comunicação, pois sabemos que Jesus Cristo é o grande comunicador do Pai e que nós somos chamados a comunicar sua Boa Nova, por isso temos que aprofundar cada vez mais as reflexões sobre esta missão”, destacou.

 

Ele ressaltou a importância da participação de jornalistas, radialistas e estudantes de comunicação social. “No início, a proposta do Mutirão era promover uma formação interna aos agentes pastorais da Diocese, mas refletindo sobre como a Igreja Católica é tema de muitas notícias pelo mundo, notamos que é preciso que os atuais e futuros profissionais da comunicação conheçam bem o que a Igreja pensa e faz com relação à comunicação”, frisou.   

 

Na programação constam palestras sobre 'Políticas de Comunicação na Igreja', 'O que é Pastoral da Comunicação (Pascom)?' e 'A relação entre Pascom e Assessoria de Comunicação', além de um seminário temático sobre 'Mística da Comunicação' e oficinas referentes a 'Como produzir um jornal informativo', 'Como produzir um programa de rádio', 'Como falar em público', 'Comunicação na Liturgia' e 'Comunicação na Catequese'. Quem participar do encontro ainda poderá conferir apresentações culturais.

Palestrantes e oficineiros

 

Renomes da comunicação nacional estarão no evento, proferindo palestras e ministrando oficinas, a exemplo da Irmã Élide Fogolari, mestra em Comunicação pela ECA/USP e assessora do Setor Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); a jornalista Cacilda Medeiros, articuladora da Pascom no Regional Nordeste 2 e membro da Pascom da  Arquidiocese de Natal (RN); o jornalista e Diácono José Bezerra, também membro da Pascom da Arquidiocese de Natal (RN).

 

Quem estará também será o jornalista e Seminarista Rodrigo Rios, membro da Pascom da Arquidiocese de Maceió (AL) e o autor de um dos quatro melhores artigos científicos, sobre Comunicação e Igreja, premiados no Mutirão de Comunicação da América Latina e Caribe, realizado no último mês de fevereiro, em Porto Alegre (RS). Outra presença confirmada é a da jornalista e professora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Giseli Sampaio. 

 

Inscrições

 

As inscrições custam R$ 50 e devem ser feitas até a próxima quarta-feira, dia 2 de junho, na Cúria diocesana, localizada na Rua Afonso Campos, 251, por trás da Catedral, no centro de Campina Grande. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (83) 3321-4199, pelo e-mail diocesepascom@gmail.com ou através do blog <mutcomcampina.blogspot.com>.



Fonte: Redação com Ascom

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