
"Em um momento em que os mercados prestam mais atenção nos déficits e nos níveis de endividamento governamental, as metas de redução do déficit anunciados - 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 e menos de 3% em 2011 - são uma base adequada para o processo necessário de consolidação (...), mas são necessárias medidas adicionais para alcançá-los", disse Christoph Rosenberg, que liderou uma missão do FMI de 6 a 17 de julho na Hungria.
Fortemente afetado pela crise internacional, o governo húngaro obteve em outubro de 2008 um resgate de 20 bilhões de euros do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE). O acordo devia expirar em março de 2010, mas foi estendido até outubro.
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