
O abuso aconteceu por volta das 17h30m. Após o término das aulas, a menina permaneceu na sala por alguns minutos finalizando um exercício. Logo depois de ter concluído a atividade, a garota saía para voltar para casa quando foi abordada pelo vigilante.
Antonio Paulo Sá Menezes Caldas disse à menina que algumas meninas ainda estariam no banheiro feminino e pediu que a garota fosse chamá-las. A menina foi, mas não encontrou ninguém. Logo em seguida, o vigilante da escola apareceu e puxou a garota pelo braço para o banheiro masculino.
Ele ordenou que a menina praticasse sexo oral. Antonio Paulo Sá desistiu e deu R$ 2 à menina. O "pagamento" seria para a garota não contar o que havia acontecido dentro da escola. A menina foi para casa e comunicou à mãe o ocorrido. Imediatamente, a mãe da garota comunicou à polícia, que foi até a escola e prendeu o vigilante.
Na delegacia, Antonio Paulo Sá Menezes Caldas confessou que obrigou a menina a praticar sexo oral e que entregou a quantia em dinheiro. Ele foi preso e autuado em flagrante por estupro de vulnerável, crime que se caracteriza pela prática de ato libidinoso com menor de catorze anos de idade. A pena para o autor é de oito a quinze anos de reclusão.
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